quinta-feira, 23 de abril de 2009

Comparação dos resultados obtidos nos diferentes escalões etários

Com o desenrolar das análises aos resultados obtidos a conclusão a que chegámos é que a população em geral está bem informada sobre os seus direitos, contudo verificámos que conforme a idade vão aumentando os conhecimentos. Sobre alguns aspectos como o que é o período de reflexão e quantos dias é que compõem esse período, verificámos que neste aspecto a população mais velha, digamos assim, é aquela que melhor conhece este conceito, as faixas etárias mais novas revelam uma falta de conhecimento sobre os direitos do consumidor, pois possivelmente nunca lhes foi dito nada a esse respeito. Os hábitos dos consumidores pelo que podemos observar, são bastante parecidos, visto que os inquiridos mostram preocupações acerca da qualidades dos produtos, da defesa e preservação do ambiente, denunciar casos de ilegalidade de estabelecimento, etc.
Assim verifica-se que as faixas etárias mais novas precisam de ser mais activos na sociedade, pois não estão muito informados acerca dos direitos do consumidor.
Portanto na nossa campanha de informação tentaremos corrigir algumas desinformações verificadas ao longo do inquérito.
Conclusão geral da população inquirida com mais 17 Anos

Na faixa etária “mais 17 anos” verificámos que a população se encontra mais informada do que os inquiridos das restantes faixas etárias, visto que 83% dos inquiridos revela-se informado sobre os direitos do consumidor contra 17% que desconhece os seus direitos.
Perguntas como “ Sabe o que é o período de reflexão” aqui verifica-se que a população está mais informada sobre esta questão, mas mesmo assim os inquiridos revelaram desconhecer o que é o período de reflexão o que parece ser um facto um pouco preocupante, pois 43% ainda é uma grande parte da população.
À pergunta sobre a exigência de uma factura detalhada, os inquiridos sabem que podem fazê-lo e que os estabelecimentos são obrigados a ceder a factura caso esta seja pedida.
Nas compras online contrariamente ao que os inquiridos pensam, o pagamento por multibanco não é obrigatório, é sim uma opção ao pagamento, mas o que acontece é que existem outras formas de pagamento.
O que acontece na pergunta “um produto que não pediu foi entregue na sua casa, como deve proceder.” Verifica-se que a população responde de forma honesta em dizer que devolvia o produto, mas no entanto, esta opção é possível, mas um indivíduo não é obrigado a devolver um produto, pois se ele apareceu em sua casa pode considerar uma oferta por parte da empresa que o enviou.
Nesta ronda de inquéritos, os inquiridos afirmam que já realizaram uma reclamação o que é bom saber que a população é empenhada na defesa dos seus direitos, e verifica-se que a população conhece os locais e os meios necessários à realização de reclamação.
Por fim a população mostra-se empenhada na denúncia de instalações que violem as regras de higiene e preocupação por parte da população sobre este facto é importante, pois assim contribuem para a melhoria da qualidade das instalações.
Constatámos uma grande variedade de respostas a esta questão. A grande maioria da população demonstrou ter conhecimento acerca das entidades a que recorrer se um local de preparação de alimentos não respeitar as regras de higiene estabelecidas. Outros, porém têm atitudes menos responsáveis, tal como “ir embora” sem denunciar a situação.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Os inquiridos a esta questão responderam ter preocupações a nível ambiental, o que é bom para a sociedade actual.

A esta questão pode-se verificar que os inquiridos não estão cientes sobre a época dos saldos, visto que durante este período os produtos adquiridos podem ser trocados, nos estabelecimentos que foram adquiridos e caso seja rejeitada a troca o consumidor pode sempre apresentar queixa às entidades responsáveis.

Podemos observar que o serviço da DECO é o mais procurado quando uma pessoa se sente enganada. Também os outros serviços mencionados pelos inquiridos são possíveis locais onde recorrer quando são enganados.

A população inquirida sobre esta questão mostra conhecimento em caso de ser enganado e ir aos sítios certos, segundo o seu ponto de vista, mas nem todos afirmam que sabem a quem recorrer, caso sejam enganados.

A esta questão a os inquiridos afirmam já terem realizado reclamações visto não terem ficado satisfeitos com a qualidade dos produtos que adquiriram, mas alguns reservam-se e não realizaram nenhuma reclamação.

A esta pergunta a população respondeu que conhece o que é um procedimento fraudulento, embora seja desconhecido para alguns dos inquiridos.

Nesta questão verifica-se que a maioria da população, reclama sempre ou frequentemente/às vezes, se não se considerar satisfeito com a qualidade do produto adquirido. Embora outros inquiridos afirmam não realizar qualquer reclamação.

A população inquirida respondeu à questão “já teve problemas de saúde devido aos produtos consumidos” maioritariamente que nunca teve nenhum problema de saúde, mas contudo nem toda a população responde que “não” e alguns inquiridos responderam que de alguma forma sofreram de problemas de saúde devido ao consumo de certos produtos.

Maioria da população inquirida respondeu que não foi enganado por falta de informação. De salientar que muitas pessoas em estudo (43%) responderam que já foram enganadas por falta de informação.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

A esta pergunta a resposta pode estar correcta nas duas vertentes. Nada obriga a devolução de um produto que foi entregue em sua casa sem ser pedido, pois se isso aconteceu foi por erro da companhia (empresas) ou dos correios e etc. … O indivíduo pode sempre ficar com o produto considerando-o uma oferta.

A população inquirida demonstra desconhecer as formas de pagamento para as compras online. Apesar da forma mais utilizada nas compras online ser o multibanco, não é obrigatório usá-lo, visto que existem outras formas de o fazer nomeadamente no acto de entrega.

A partir da análise deste gráfico, obtivemos a percepção de que a população tem por hábito verificar o conteúdo dos contratos antes de os assinar.

Neste gráfico toda a população inquirida sabe que pode exigir sempre a emissão da factura detalhada.


Verificámos que a maioria da população tem conhecimento de que o corte de qualquer serviço sem aviso prévio constitui uma ilegalidade.

Podemos constatar que existiu uma grande variedade de respostas a esta questão. A maioria, respondeu correctamente à pergunta, visto que o período de reflexão, no nosso país é de 14/15 dias. Considera-se também correcto, a opção 7 dias, pois é o período de reflexão mínimo, estabelecido pela União Europeia.



Podemos observar que os inquiridos revelam um desconhecimento sobre o período de reflexão. Verificámos que em relação aos inquiridos com idade inferior, estes possuem um maior conhecimento acerca do período de reflexão.


Podemos observar neste gráfico que 44% da população verifica frequentemente a composição do produto que pretende adquirir. Verificámos também, que cerca de 30% da população não mostra interesse em verificar a composição dos produtos. Não podemos esquecer uma pequeníssima parte de 3%, que verifica sempre a composição dos produtos.
Sobre esta questão, verificámos uma preocupação por parte da população inquirida, em consultar a data de validade dos produtos que adquirirem.

Mais 17 Anos

Neste gráfico podemos observar que 83% da população inquirida considera-se um consumidor informado. Os restantes 17% não se consideram consumidores informados.

Conclusão geral da população inquirida entre os 15-17 Anos
Na idade entre os 15 e os 17 Anos verificámos um desconhecimento em algumas questões, como por exemplo na questão sobre o período de reflexão, onde 93% afirmaram desconhecer o conceito e os restantes 7%, na questão seguinte, demonstraram que na realidade também desconhecem o tempo do período de reflexão, pois, quando confrontados com a quantificação do período de duração responderam erradamente.
Outra questão onde se nota um claro desconhecimento é na pergunta onde os inquiridos são questionados sobre a legalidade do corte do gás, quando não se paga uma factura. Pois, 67% considerou a situação legal. Os inquiridos deveriam estar informados de que para um corte de um serviço é necessário um aviso prévio, com data limite de pagamento.
Os inquiridos demonstram falta de conhecimento acerca dos pagamentos online visto que a maioria respondeu erradamente a questão que se propunha sobre o assunto.
A falta de informação que existe nos dias de hoje é verificada na situação problema apresentada nosso inquérito, quando questionamos sobre o que faria caso recebe-se um produto não pedido, grande parte dos inquiridos responderam que devolveriam o produto.
Em consequência de alguma falta de informação, 47% da população inquirida afirma já ter sido enganado por publicidade enganosa.
Apesar de 87% da população se considerar informada, ao longo do inquérito, verificámos que esta na realidade desconhece direitos fundamentais do consumidor.
Nesta questão, os inquiridos responderam de uma forma bastante variada, sendo a opção mais frequente a ASAE, com 43% das respostas. Outras respostas menos escolhidas foram a DECO e Livro de Reclamações, ambas com 10%. De seguida aparece o recurso à polícia com 7% e ainda o aviso ao gerente e não voltar ao estabelecimento comercial, ambas com 3%. Por fim, 17% da população optou por não responder à questão.

Neste gráfico, verificamos que a maioria dos consumidores preocupam-se com o ambiente, enquanto consumidores. Por outro lado, apenas 7% dos inquiridos não se preocupa com questões ambientais enquanto consumidores.

Podemos verificar que uma grande percentagem dos inquiridos revelam-se desconhecedores do direito à troca de produtos comprados em qualquer período do ano, pois de facto existe a possibilidade de efectuar trocas durante os saldos, e todas as empresas ou lojas que afirmam o contrário estão a desrespeitar a lei.

As respostas a esta questão foram múltiplas e todas elas adequadas, pelo que podemos verificar que a população se encontra informada, sobre onde pode proceder à reclamação.

Neste gráfico existe uma grande proximidade nos valores percentuais obtidos, pois metade dos inquiridos reconhece ter sido enganado.

Nesta questão apenas 43%da população afirma já ter realizado uma reclamação enquanto 57% afirma nunca ter feito uma reclamação.

Nesta questão podemos verificar que, grande parte da população inquirida, reconhece o que é um procedimento fraudulento, neste aspecto a população encontra-se relativamente informada.

A disparidade de opções nesta questão levantou dúvidas, isto devido ao facto de a população ter várias perspectivas acerca do direito à reclamação. De forma geral, a população afirma reclamar quando se verifica a ausência de qualidade do produto.
Nesta questão verificámos que existe uma grande proximidade de valores percentuais. Cerca de metade da população revela já ter comprado um produto que não correspondia à publicidade feito sobre o mesmo.

Através da observação deste gráfico podemos concluir que grande parte da população, nunca teve nenhum problema de saúde devido aos produtos consumidos, contudo revela-nos um dado preocupante, pois uma percentagem significativa da população, já sofreu problemas de saúde devido à falta de atenção no momento de consumo.



No presente gráfico podemos verificar que aparentemente a população inquirida não se deixa enganar por falta de informação, visto que apenas uma parte dos inquiridos foi enganada.

Apenas uma minoria da população inquirida respondeu correctamente à pergunta, visto que, no caso de lhe ser entregue em casa um produto que não pediu pode guardá-lo como oferta. Não há nada na lei nada que obrigue as pessoas a devolvê-lo.

Denotamos que os questionados não se encontram devidamente informados sobre as compras online, visto que a maioria população respondeu erradamente à pergunta.


Mais uma vez, pudemos constatar que a população tem o hábito de ler os contratos antes de os assinar.

Nesta questão é evidente a informação da população, apenas uma minoria da população errou na questão.
Mais uma vez, constatámos, que a maioria da população, desconhece que esta situação é ilegal. Para todos os efeitos uma grande percentagem da população reconhece esta situação como sendo ilegal. Demonstrando conhecimento da necessidade de aviso prévio para efectuar o corte, neste caso do gás.

Aqui reparamos que a população toda a população errou na quantificação dos dias que compõem o período de reflexão, pois no nosso país (Portugal) o números de dias de reflexão são 14dias.

Quem Somos?

Guimarães, Braga, Portugal
Sou jovem admirador de desporto que normalmente se irrita com analises claramente influências por varios factores. Devido este facto decidi fazer as minhas proprias analises.